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Vidas que se cruzam

cruzam Boa estréia do Guillermo Arriaga como diretor, num drama denso e irriquieto, que consegue segurar o mistério quase até o final.
E, como roteirista, se “Babel” era um quebra cabeça, este está mais para um cubo mágico: vamos vendo as cores se agrupando e, quando resolve um lado, os outros são revelados, no tempo e no espaço.

As atuações também ajudam: de certa maneira a escolha da Kim Bassinger e da Charlize Teron ajudou na percepção da história, duas lindas e ótimas atrizes se mostrando sem retoques, num momento em que a segunda meio que ocupa o lugar da primeira no cenário cinematográfico.

O título em português não ajuda muito, mas depois que descobri que ele são criados como são feitas as salsichas, não espero muito (leia na Piauí).

No IMDb.

Categories: Cinema
  1. 26, abril, 2010 em 15:15 | #1

    A primeira coisa que pensei: “com esse título, não pode ser bom!” Depois do seu comentário elogioso, vou dar uma chance pro coitadinho… :)

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