Ok, confesso que fui assistir com um certo preconceito, meu auto-argumento para topar o convite foi que não era um filme francês, afinal (estou de quarentena ), mas depois que aceitei e me acostumei a ver um Sherlock dando e tomando porrada-porrada-porrada, como uma espécie Rambo com cérebro, no fim das contas acabou sendo divertido… e diversão é o que interessa
O roteiro é bem amarrado e, como em todo bom Sherlock, você sai com todos os mistérios didaticamente esclarecidos. A fotografia, com uma Londres devidamente escura e nebulosa, também está legal.
E pra quem gosta de House, não há como não sair com a impressão de ter assistido ele e o Wilson discutindo a relação em diversas situações entre o Sherlock e o Holmes. |
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Nota melancólica: como nos velhos bons tempos fomos comentar o filme no Bar Balcão, que continua ótimo pra beber-comer-conversar (não necessariamente nesta ordem), mas desta vez, depois de muito tempo sem ir lá, notei que a barba do Barba – o tomador de conta de carros oficial lá da esquina da Tietê com a Melo, que era preta-petróleo nos já citados bons tempos, está ficando branca
Ah, a inexorável marcha do tempo…